O grupo hoteleiro Tivoli Hotels & Resorts e o Grupo André Jordan anunciaram o estabelecimento de uma parceria para a gestão de um condomínio de luxo, o “The Residences at Victoria Clube de Golfe”. O empreendimento, localizado em frente ao novo Tivoli Victoria, é composto por 145 apartamentos de luxo e é o mais recente condomínio do Grupo André Jordan, em Vilamoura. A partir de Junho de 2009 será explorado pela Tivoli Hotels & Resorts. “Esta parceria com o Grupo André Jordan veio complementar a nossa oferta hoteleira em Vilamoura no segmento de lazer e famílias, com apartamentos de grande qualidade, associados ao prestígio do Grupo André Jordan e que estão em frente do novo Tivoli Victoria”, afirma Alexandre Solleiro, Administrador da cadeia hoteleira. Desta forma, o Grupo Tivoli inicia a actividade numa nova área de negócio, assegurar a exploração turística dos apartamentos dos condóminos que o pretenderem, sob a marca “The Residences at Victoria Clube de Golfe - Managed by Tivoli Hotels & Resorts.”
Gilberto Jordan afirma que “a grande vantagem desta parceria é que temos na Tivoli Hotels & Resorts um parceiro hoteleiro experiente que nos permite oferecer muito mais serviços e vantagens aos nossos proprietários, aumentando o valor do seu investimento.” O novo Tivoli Victoria é composto por 72 apartamentos de tipologia T2 e 73 unidades de tipo T3, distribuídos por 10 blocos. O condomínio dispõe de piscina aquecida, piscina exterior, ginásio, parque infantil, garagem com acesso directo ao apartamento (via elevador), 2 bares de apoio e serviço de recepção e portaria 24h. Perfeitamente integrado na paisagem e rodeado por jardins, o complexo combina o conforto de casa com o serviço de um hotel.
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Fujimoto defende que o futuro da arquitectura está no relacionamento íntimo com a natureza
O revolucionário e multipremiado arquitecto japonês Sou Fujimoto, 38 anos, defendeu hoje, no Porto que «a arquitectura só terá um papel fundamental no futuro se criar um relacionamento adequado com a natureza»
O arquitecto, que se encontra no Porto para participar no ciclo sobre ‘Cinema e Arquitectura’ que o 29.º Fantasporto organiza conjuntamente com a Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos, no âmbito do qual proferiu uma conferência sobre ‘As Ruínas do Futuro’.
Em entrevista, Fujimoto afirmou que o seu objectivo é «combinar a natureza e a arquitectura, explorar de forma a criar um novo relacionamento entre o interior e o exterior e adaptar a tradição japonesa ao conforto da vida moderna».
«A vida moderna é muito complicada, acho que é preciso que a arquitectura melhore a vida dos cidadãos, oferecendo-lhes formas simples para viver» , afirmou.
Preocupado com a ecologia e as mudanças climáticas, Fujimoto, que gosta de trabalhar a ouvir peças para piano de Bach, acha que «é hora de repensar a matriz da cultura moderna de procurar controlar tudo».
«Se construirmos as nossas casas a pensar no ambiente, numa relação mais íntima com a natureza não vamos precisar de usar tanto o ar condicionado ou o aquecimento» , defendeu.
Fujimoto, que cita entre as suas maiores referências no cinema o realizador clássico japonês Yasujiro Ozu (1903/1963) e filmes como Blade Runner (1982) e Metrópolis (1927), pelas visões do futuro que transmitem, cresceu no Norte do Japão, rodeado de florestas, pelo que a natureza é para ele «fundamental».
O seu ídolo era Einstein e queria ser físico como ele «para poder compreender e intervir nos aspectos físicos do mundo».
«Mas não tive notas para entrar em Física, fui para Arquitectura. Hoje acho que há muitas semelhanças na investigação e na prática nestas duas disciplinas, de certa forma estou também a intervir nos aspectos físicos do mundo» , disse.
Qualifica o seu trabalho como «arquitectura primitiva do futuro», porque procura criar espaços que funcionam como cavernas ou ninhos - os dois estados embrionários da arquitectura - «mas onde tudo está concebido de forma muito funcional e onde, ao mesmo tempo, as pessoas possam usar o espaço de forma criativa».
Privilegia a função sobre a forma e nisso a sua arquitectura aproxima-se muito da escola do Porto de Arquitectura e de Siza Vieira, um dos seus ídolos.
Só que Siza trabalha com betão e Sou Fujimoto trabalha sobretudo com madeira, o material fundamental da arquitectura tradicional japonesa, que procura projectar no futuro.
A sua Next Generation House (Casa para a Próxima Geração) é um cubo de quatro por quatro metros, feito com grossos barrotes de cedro japonês, entrecruzados e dispostos como um puzzle de forma a criar espaços para viver.
«O espaço condiciona o relacionamento entre as pessoas e a arquitectura gere as gradações desse relacionamento. Gosto de criar espaços intermédios e não só paredes que separam espaços e pessoas. Por isso, embora as minhas obras pareçam complexas, por causa da sua forma geométrica, são de facto muito simples» , considerou.
Sou Fujimoto faz sobretudo habitação unifamiliar, mas está agora a construir uma grande biblioteca em Tóquio e fez já vários projectos na área hospitalar. Confessa, contudo, que «as obras mais pequenas e com menores orçamentos oferecem maiores possibilidades criativas».
Le Corbusier e Mies van der Rohe são algumas das suas referências fundamentais, a par de Siza Vieira, cuja obra pôde agora ver ao vivo nesta visita, em que também descobriu o Porto, «uma cidade absolutamente fascinante, maravilhosa e única, no seu relevo forte e na sua tridimensionalidade».
O Porto, que para Fujimoto era, até agora, apenas, «a cidade de Siza Vieira», tem «uma forte relação com o seu entorno físico e adapta-se a ele de uma forma admirável, pelo que tem já em si algo da cidade do futuro».
O arquitecto, que se encontra no Porto para participar no ciclo sobre ‘Cinema e Arquitectura’ que o 29.º Fantasporto organiza conjuntamente com a Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos, no âmbito do qual proferiu uma conferência sobre ‘As Ruínas do Futuro’.
Em entrevista, Fujimoto afirmou que o seu objectivo é «combinar a natureza e a arquitectura, explorar de forma a criar um novo relacionamento entre o interior e o exterior e adaptar a tradição japonesa ao conforto da vida moderna».
«A vida moderna é muito complicada, acho que é preciso que a arquitectura melhore a vida dos cidadãos, oferecendo-lhes formas simples para viver» , afirmou.
Preocupado com a ecologia e as mudanças climáticas, Fujimoto, que gosta de trabalhar a ouvir peças para piano de Bach, acha que «é hora de repensar a matriz da cultura moderna de procurar controlar tudo».
«Se construirmos as nossas casas a pensar no ambiente, numa relação mais íntima com a natureza não vamos precisar de usar tanto o ar condicionado ou o aquecimento» , defendeu.
Fujimoto, que cita entre as suas maiores referências no cinema o realizador clássico japonês Yasujiro Ozu (1903/1963) e filmes como Blade Runner (1982) e Metrópolis (1927), pelas visões do futuro que transmitem, cresceu no Norte do Japão, rodeado de florestas, pelo que a natureza é para ele «fundamental».
O seu ídolo era Einstein e queria ser físico como ele «para poder compreender e intervir nos aspectos físicos do mundo».
«Mas não tive notas para entrar em Física, fui para Arquitectura. Hoje acho que há muitas semelhanças na investigação e na prática nestas duas disciplinas, de certa forma estou também a intervir nos aspectos físicos do mundo» , disse.
Qualifica o seu trabalho como «arquitectura primitiva do futuro», porque procura criar espaços que funcionam como cavernas ou ninhos - os dois estados embrionários da arquitectura - «mas onde tudo está concebido de forma muito funcional e onde, ao mesmo tempo, as pessoas possam usar o espaço de forma criativa».
Privilegia a função sobre a forma e nisso a sua arquitectura aproxima-se muito da escola do Porto de Arquitectura e de Siza Vieira, um dos seus ídolos.
Só que Siza trabalha com betão e Sou Fujimoto trabalha sobretudo com madeira, o material fundamental da arquitectura tradicional japonesa, que procura projectar no futuro.
A sua Next Generation House (Casa para a Próxima Geração) é um cubo de quatro por quatro metros, feito com grossos barrotes de cedro japonês, entrecruzados e dispostos como um puzzle de forma a criar espaços para viver.
«O espaço condiciona o relacionamento entre as pessoas e a arquitectura gere as gradações desse relacionamento. Gosto de criar espaços intermédios e não só paredes que separam espaços e pessoas. Por isso, embora as minhas obras pareçam complexas, por causa da sua forma geométrica, são de facto muito simples» , considerou.
Sou Fujimoto faz sobretudo habitação unifamiliar, mas está agora a construir uma grande biblioteca em Tóquio e fez já vários projectos na área hospitalar. Confessa, contudo, que «as obras mais pequenas e com menores orçamentos oferecem maiores possibilidades criativas».
Le Corbusier e Mies van der Rohe são algumas das suas referências fundamentais, a par de Siza Vieira, cuja obra pôde agora ver ao vivo nesta visita, em que também descobriu o Porto, «uma cidade absolutamente fascinante, maravilhosa e única, no seu relevo forte e na sua tridimensionalidade».
O Porto, que para Fujimoto era, até agora, apenas, «a cidade de Siza Vieira», tem «uma forte relação com o seu entorno físico e adapta-se a ele de uma forma admirável, pelo que tem já em si algo da cidade do futuro».
terça-feira, fevereiro 17, 2009
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Hotel: clientes pagam o que querem
Promoção válida entre 16 e 28 de Fevereiro para alojamento por uma noite e por quatro. Consumidores terão de apresentar anúncio.
A cadeia de hotéis Ibis em Portugal está a desenvolver uma campanha que permite aos clientes decidirem quanto querem pagar.
«Esta campanha dá aos seus clientes a possibilidade de avaliarem o serviço prestado, pagando desta forma o que considerarem justo», revela a empresa em comunicado.
A promoção é válida de 16 a 28 de Fevereiro, para alojamento por uma noite e por quarto, exclusivamente em reservas feitas online ao preço normal.
Para isso, os clientes terão de apresentar o anúncio «Pague o que quiser» distribuído na imprensa escrita.
A cadeia de hotéis Ibis em Portugal está a desenvolver uma campanha que permite aos clientes decidirem quanto querem pagar.
«Esta campanha dá aos seus clientes a possibilidade de avaliarem o serviço prestado, pagando desta forma o que considerarem justo», revela a empresa em comunicado.
A promoção é válida de 16 a 28 de Fevereiro, para alojamento por uma noite e por quarto, exclusivamente em reservas feitas online ao preço normal.
Para isso, os clientes terão de apresentar o anúncio «Pague o que quiser» distribuído na imprensa escrita.
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Portugal está no Top 5 em certificação energética de edifícios
Portugal está entre os cinco países da União Europeia com melhor processo de certificação energética de edifícios, disse Martin Elsberger, responsável na Comissão Europeia pela implementação do regulamento à Lusa. Portugal encontra-se no grupo de países como Dinarmarca, Holanda, Alemanha e Irlanda. O responsável da Comissão Europeia reuniu-se em Lisboa com a Adene, agência para a energia, e afirmou que "do que vi até agora e do que temos monitorizado, Portugal escolheu uma forma bastante eficaz de implementar a directiva, com uma boa focagem nos pontos cruciais deste ponto da legislação".
Martin Elsberger destacou a qualidade da performance energética e a exigência nos requisitos para os especialistas e acredita que Portugal atingirá a redução de 15% nos consumos de energia até 2015. "O facto de estarem à frente na certificação energética dos edifícios poderá significar que a maior parte do objectivo português pode ser atingida nesse sector", salientou o mesmo responsável.
Martin Elsberger destacou a qualidade da performance energética e a exigência nos requisitos para os especialistas e acredita que Portugal atingirá a redução de 15% nos consumos de energia até 2015. "O facto de estarem à frente na certificação energética dos edifícios poderá significar que a maior parte do objectivo português pode ser atingida nesse sector", salientou o mesmo responsável.
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sexta-feira, janeiro 30, 2009
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Euribor continua a tendência de descida
As taxas Euribor voltaram a descer em todos os prazos, aproximando-se a ritmo lento da taxa de juro de 2% fixada pelo Banco Central Europeu. Neste momento, a Euribor a seis meses, que serve de referência nos créditos à habitação, está nos 2,194%, reflectindo uma descida de 0,025 pontos percentuais. A Euribor a três meses, usada nos créditos às empresas, recuou 0,024 pontos percentuais, fixando-se nos 2,101%. A maturidade a 12 meses, por sua vez, encontra-se nos 2,294%. De acordo com o Diário Económico, a Comissão Europeia anunciou que o clima económico na zona euros desceu para o valor mais baixo de sempre durante o mês de Janeiro, abrindo, deste modo, a possibilidade para o Banco Central Europeu voltar a descer as taxas de juro.
terça-feira, janeiro 27, 2009
Banco de Portugal elabora novas regras para o crédito à habitação
O Banco de Portugal tem para para consulta pública um conjunto de novas regras a aplicar nas instituições de crédito, no que diz respeito ao crédito à habitação. O Banco de Portugal exige a estas instituições mais informação aos seus clientes sobre quatro etapas do crédito à habitação: simulação do empréstimo, aprovação, celebração de contrato e vigência do contrato. Esta informação deverá ser prestada por escrito ou em suporte duradouro, exigindo a estas instituições de crédito o cumprimento dessas regras e deveres. Este novo diploma prevê também que os bancos informem igualmente os clientes periodicamente sobre quaisquer alterações entre as quais a identificação do empréstimo, capital em dívida, identificação de prestações em incumprimento.
A partir do próximo Verão, a ficha de informação normalizada (FIN) passa a ser de entrega obrigatória ao cliente no momento da simulação e da aprovação do empréstimo.
A partir do próximo Verão, a ficha de informação normalizada (FIN) passa a ser de entrega obrigatória ao cliente no momento da simulação e da aprovação do empréstimo.
segunda-feira, janeiro 26, 2009
Lisboa quer encaixar 12,7 milhões com alienação de palácios
Projecto «Lisboa, capital do charme» é mais valia. Objectivo passa por aumento de uma oferta hoteleira diferenciada.
O projecto «Lisboa, capital do charme», abrange a alienação de seis edifícios, cinco dos quais palácios, que deverão acolher hotéis de referência e que têm uma base global de licitação de 12,7 milhões de euros.
Na apresentação do projecto, há cerca de 15 dias, o presidente da autarquia, António Costa, já tinha dito que o projecto representa uma «mais-valia importante», apesar da crise económica, alegando que o mercado dos hotéis de charme está «a crescer» e que é um segmento em que «vale a pena apostar», escreve a Lusa.
Explicou ainda que o principal objectivo destas alienações não foi o encaixe financeiro, mas a recuperação do património e o aumento de uma oferta hoteleira diferenciada em Lisboa.
Também o director-geral da Associação de Turismo de Lisboa, Vítor Costa, frisou que quando o projecto estiver concretizado e os hotéis de charme a funcionarem «a crise estará ultrapassada», e que a capital não se pode ficar por uma «visão a curto prazo».
No total, o projecto da autarquia aponta para uma capacidade total de 155 quartos nos edifícios a alienar.
Em causa estão o Palácio do Machadinho, Palácio Braamcamp, Palácio do Benagazil, Palácio Pancas Palha (também conhecido por Van Zeller), Palácio do Visconde do Rio Seco e o edifício do Passo da Procissão do Senhor dos Passos da Graça.
O projecto «Lisboa, capital do charme», abrange a alienação de seis edifícios, cinco dos quais palácios, que deverão acolher hotéis de referência e que têm uma base global de licitação de 12,7 milhões de euros.
Na apresentação do projecto, há cerca de 15 dias, o presidente da autarquia, António Costa, já tinha dito que o projecto representa uma «mais-valia importante», apesar da crise económica, alegando que o mercado dos hotéis de charme está «a crescer» e que é um segmento em que «vale a pena apostar», escreve a Lusa.
Explicou ainda que o principal objectivo destas alienações não foi o encaixe financeiro, mas a recuperação do património e o aumento de uma oferta hoteleira diferenciada em Lisboa.
Também o director-geral da Associação de Turismo de Lisboa, Vítor Costa, frisou que quando o projecto estiver concretizado e os hotéis de charme a funcionarem «a crise estará ultrapassada», e que a capital não se pode ficar por uma «visão a curto prazo».
No total, o projecto da autarquia aponta para uma capacidade total de 155 quartos nos edifícios a alienar.
Em causa estão o Palácio do Machadinho, Palácio Braamcamp, Palácio do Benagazil, Palácio Pancas Palha (também conhecido por Van Zeller), Palácio do Visconde do Rio Seco e o edifício do Passo da Procissão do Senhor dos Passos da Graça.
quinta-feira, janeiro 22, 2009
CGD: fundo de arrendamento com capital inicial de 30 milhões
Objectivo é contribuir para o desagravamento dos encargos das famílias
A Caixa Geral de Depósitos lançou um fundo de investimento imobiliário para arrendamento habitacional (FIIAH), denominado Caixa Arrendamento.
Este fundo fechado de subscrição particular foi constituído no dia 19 de Janeiro, sendo que o seu capital inicial ascende a 30 milhões de euros. As unidades de participação são tituladas por entidades do universo do Grupo CGD.
«A gestão do FIIAH é da responsabilidade da Sociedade Gestora de Fundos Imobiliários do Grupo Caixa Geral de Depósitos (FUNDIMO), que começou a sua actividade em Janeiro de 1987», refere o banco em comunicado.
Este fundo, criado ao abrigo da Lei do Orçamento do Estado para 2009, é vocacionado para «o investimento em imóveis destinados ao arrendamento habitacional», tendo em vista, por um lado, «contribuir para o desagravamento dos encargos da famílias» e, por outro, criar um «estímulo adicional ao mercado do arrendamento urbano» em Portugal.
A Caixa Geral de Depósitos lançou um fundo de investimento imobiliário para arrendamento habitacional (FIIAH), denominado Caixa Arrendamento.
Este fundo fechado de subscrição particular foi constituído no dia 19 de Janeiro, sendo que o seu capital inicial ascende a 30 milhões de euros. As unidades de participação são tituladas por entidades do universo do Grupo CGD.
«A gestão do FIIAH é da responsabilidade da Sociedade Gestora de Fundos Imobiliários do Grupo Caixa Geral de Depósitos (FUNDIMO), que começou a sua actividade em Janeiro de 1987», refere o banco em comunicado.
Este fundo, criado ao abrigo da Lei do Orçamento do Estado para 2009, é vocacionado para «o investimento em imóveis destinados ao arrendamento habitacional», tendo em vista, por um lado, «contribuir para o desagravamento dos encargos da famílias» e, por outro, criar um «estímulo adicional ao mercado do arrendamento urbano» em Portugal.
quarta-feira, janeiro 21, 2009
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Baixa-Chiado com preferência na compra e venda de imóveis de particulares
Governo aprova decreto-lei em Conselho de Ministros. Área considerada crítica em termos de recuperação e reconversão urbanística
O Governo concedeu ao município da Baixa-Chiado o direito de preferência nas compras e vendas de imóveis de particulares naquela zona. O decreto-lei foi aprovado esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, tendo esta área sido considerada crítica em termos de recuperação e reconversão urbanística (ACRRU).
«Decreto que declara área crítica de recuperação e reconversão urbanística a área da Baixa-Chiado, em Lisboa, delimitada na planta anexa ao decreto, e concede a este município o direito de preferência nas transmissões a título oneroso entre particulares dos edifícios situados na referida área, até à extinção da declaração da ACRRU», refere o comunicado do Governo.
De acordo com o mesmo, este documento vem possibilitar à respectiva Câmara Municipal o recurso aos meios legais disponíveis que possibilitem a recuperação e reconversão urbanística daquela área.
«A área da Baixa-Chiado, em Lisboa, que abrange a Baixa Pombalina, a Baixa Chiado e a Frente Ribeirinha, apresenta uma estrutura habitacional e social com sintomas sérios de degradação no que se refere às condições de solidez, segurança e salubridade dos edifícios, bem como a falta ou insuficiência de infra-estruturas urbanísticas, de equipamento social, de áreas livre e espaços verdes, que tem acarretado o abandono generalizado da população residente, o que, por seu turno, arrasta maior degradação do parque edificado», termina.
O Governo concedeu ao município da Baixa-Chiado o direito de preferência nas compras e vendas de imóveis de particulares naquela zona. O decreto-lei foi aprovado esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, tendo esta área sido considerada crítica em termos de recuperação e reconversão urbanística (ACRRU).
«Decreto que declara área crítica de recuperação e reconversão urbanística a área da Baixa-Chiado, em Lisboa, delimitada na planta anexa ao decreto, e concede a este município o direito de preferência nas transmissões a título oneroso entre particulares dos edifícios situados na referida área, até à extinção da declaração da ACRRU», refere o comunicado do Governo.
De acordo com o mesmo, este documento vem possibilitar à respectiva Câmara Municipal o recurso aos meios legais disponíveis que possibilitem a recuperação e reconversão urbanística daquela área.
«A área da Baixa-Chiado, em Lisboa, que abrange a Baixa Pombalina, a Baixa Chiado e a Frente Ribeirinha, apresenta uma estrutura habitacional e social com sintomas sérios de degradação no que se refere às condições de solidez, segurança e salubridade dos edifícios, bem como a falta ou insuficiência de infra-estruturas urbanísticas, de equipamento social, de áreas livre e espaços verdes, que tem acarretado o abandono generalizado da população residente, o que, por seu turno, arrasta maior degradação do parque edificado», termina.
terça-feira, janeiro 06, 2009
segunda-feira, janeiro 05, 2009
Casas: certificado de eficiência energética já é obrigatório
Documento pode chegar a custar 200 euros. Benefícios fiscais e poupança na factura da energia são algumas das vantagens
No início deste ano muitas regras novas entraram em vigor. Uma delas foi o certificado de eficiência energética, que passou a ser obrigatório para vender ou arrendar casa.
O documento, que será necessário sempre que for efectuada qualquer transacção com o imóvel, tem de ser passado por um técnico reconhecido pela Agência para a Energia. Nalguns casos, pode chegar a custar 200 euros.
O certificado contém várias informações sobre o edifício. Além da classificação energética da habitação, deste documento constarão ainda sugestões para a tornar mais eficiente em termos energéticos. Se estes conselhos forem seguidos, a factura de energia de quem lá vive vai, com certeza, baixar.
Mas as vantagens de se ter uma casa energeticamente eficiente não se ficam por aqui. As que ficarem melhor classificadas (com A ou A+) terão ainda direito a benefícios fiscais em sede de IRS: uma dedução majorada em 10%. E sempre que o proprietário do edifício inclua energias renováveis, 30% desse valor é dedutível à colecta no IRS
A Agência para a Energia disponibiliza na Internet a lista dos nomes e contactos dos técnicos certificados para que quem estiver interessado em obter um destes certificados, o possa fazer. Da lista constam já 800 nomes mas até ao final de 2010 serão dois mil.
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quarta-feira, dezembro 31, 2008
BES Investimento vai abrir sucursal em Nova Iorque
Finalizado processo de autorização instituição quer reforçar presença na américa
O Banco Espírito Santo de Investimento informa que foi autorizada pelo Banco de Portugal, pela Federal Reserve e pelo New York State Banking Department a abertura de uma sucursal da instituição na cidade de Nova Iorque, Estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.
Segundo o comunicado do banco à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), encontra-se, deste modo, concluído o processo de autorização para o estabelecimento da referida sucursal.
Com o estabelecimento de uma sucursal em Nova Iorque, «o banco alarga o âmbito da sua actividade internacional, tendo por objectivo o reforço da sua presença no continente americano», conclui.
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segunda-feira, dezembro 29, 2008
Vêm aí mais 4 mil habitações sociais
Municípios vão receber 25 milhões de euros ainda este ano. Norte e Lisboa lideram.
O Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) vai disponibilizar até final do ano mais de 25 milhões de euros a vários municípios para programas sociais de habitação.
De acordo com os dados do IHRU, citados pela Lusa, esta verba permitirá apoiar cerca de quatro mil fogos, entre aquisições, construção, reabilitação, arrendamento e ainda o programa PER Famílias.
Por regiões, a que maior fatia vai receber é o Norte, com mais de 11,5 milhões de euros para um total de 2.330 fogos, seguido da região de Lisboa, com mais de 7,7 milhões para 1.059 casas de habitação social.
Na região de Lisboa a comparticipação do IHRU será para apoiar a resolução do programa PER, com a aquisição de 242 fogos e a construção de outros 817.
Os contratos assinados com os diversos municípios resultam de compromissos anteriormente assumidos e o respectivo financiamento corresponde à aplicação da primeira tranche do empréstimo de 200 milhões de euros contraído pelo IHRU junto do Banco Europeu de Investimento (BEI).
O Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) vai disponibilizar até final do ano mais de 25 milhões de euros a vários municípios para programas sociais de habitação.
De acordo com os dados do IHRU, citados pela Lusa, esta verba permitirá apoiar cerca de quatro mil fogos, entre aquisições, construção, reabilitação, arrendamento e ainda o programa PER Famílias.
Por regiões, a que maior fatia vai receber é o Norte, com mais de 11,5 milhões de euros para um total de 2.330 fogos, seguido da região de Lisboa, com mais de 7,7 milhões para 1.059 casas de habitação social.
Na região de Lisboa a comparticipação do IHRU será para apoiar a resolução do programa PER, com a aquisição de 242 fogos e a construção de outros 817.
Os contratos assinados com os diversos municípios resultam de compromissos anteriormente assumidos e o respectivo financiamento corresponde à aplicação da primeira tranche do empréstimo de 200 milhões de euros contraído pelo IHRU junto do Banco Europeu de Investimento (BEI).
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Mediadores criam aliança ibérica para sector
Pretende potenciar negócios
A Associação de Profissionais e Empresas da Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) e o Conselho Geral dos Colégios dos Agentes da Propriedade Imobiliária de Espanha(CGCOAPI) criaram uma aliança ibérica para a mediação imobiliária.
As duas entidades dizem ainda estarem disponíveis para alargar este acordo aos profissionais do sector em Andorra e em países onde se fala português e espanhol.
Esta aliança tem como objectivo «criar condições para que as duas entidades se unam na construção de um mercado imobiliário ibérico único e com idênticos níveis jurídicos de segurança nos dois países, bem como na adopção de um código deontológico comum e na organização conjunta de eventos que projectem o sector e potenciem os negócios imobiliários na área de influência das duas organizações», salienta em comunicado.
A Associação de Profissionais e Empresas da Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) e o Conselho Geral dos Colégios dos Agentes da Propriedade Imobiliária de Espanha(CGCOAPI) criaram uma aliança ibérica para a mediação imobiliária.
As duas entidades dizem ainda estarem disponíveis para alargar este acordo aos profissionais do sector em Andorra e em países onde se fala português e espanhol.
Esta aliança tem como objectivo «criar condições para que as duas entidades se unam na construção de um mercado imobiliário ibérico único e com idênticos níveis jurídicos de segurança nos dois países, bem como na adopção de um código deontológico comum e na organização conjunta de eventos que projectem o sector e potenciem os negócios imobiliários na área de influência das duas organizações», salienta em comunicado.
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